Este blog é uma ferramenta para discutirmos sobre Direito, Estratégia e Estado, unindo assim os interessados nestes assuntos. Não é um blog partidário.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
A Missão Militar Brasileira no Haiti e o Terremoto de Janeiro de 2010 - UNESP Franca 16 Nov 2010
Palestra: A Missão Militar Brasileira no Haiti e o Terremoto de Janeiro de 2010
Local: UNESP Franca - Anfiteatro 1
Data: 16 Nov 2010
19:30 horas
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Entrevista com o Atirador CINTRA, do Tiro de Guerra de Franca-SP (TG 02-013)
Caros Visitantes, conseguimos uma entrevista exclusiva com o atirador CINTRA do Tiro-de-Guerra 02-013, de Franca-SP, escolhido pelos seus colegas, em votação, para receber a homenagem de Honra ao Mérito da Câmara Municipal desta cidade. Espero que gostem deste relato!
Nome Completo: FLAVIO CINTRA ESSADO
Filiação: JOSE ALEXANDRE ESSADO E ANA PAULA CINTRA ESSADO
Idade: 19 ANOS
Profissão: ESTUDANTE
Direito, Estratégia e Estado: Antes de entrar no Tiro de Guerra, já havia pensado em fazer parte do Exército Brasileiro ou de outra Força Armada?
CINTRA: NÃO, POIS EU NÃO TINHA CONHECIMENTOS EM RELAÇAO ÀS FORÇAS ARMADAS.
Direito, Estratégia e Estado: Como foi a seleção para o Tiro de Guerra?
CINTRA: A SELEÇÃO FOI LONGA E MUITO RIGOROSA, DEVIDO AO ENORME NÚMERO DE JOVENS E PEQUENO NÚMERO DE VAGAS DISPONÍVEIS.
Direito, Estratégia e Estado: Direito, Estratégia e Estado: Quando começou o serviço no Tiro de Guerra?
CINTRA: O SERVIÇO COMEÇOU NO DIA PRIMEIRO DE MARÇO DE 2010.
Direito, Estratégia e Estado: Como é o dia-a-dia de um atirador dentro do Tiro de Guerra?
CINTRA: O ATIRADOR CHEGA NO TIRO-DE-GUERRA AINDA ESCURO E DISPOSTO A DEDICAR-SE O MÁXIMO POSSÍVEL ÀS INSTRUÇÕES E, QUANDO ACABA, VAI REALIZAR TODAS AS SUAS OUTRAS ATIVIDADES NA SUA FAMILIA, TRABALHO E ESCOLA.
Direito, Estratégia e Estado: Quais as qualidades que você acredita serem essenciais a um bom atirador?
CINTRA: EM PRIMEIRO LUGAR, ELE DEVE RESPEITAR OS DOIS PILARES DO EXÉRCITO: HIERARQUIA E DISCIPLINA, QUE SÃO ENSINADOS PELOS SARGENTOS E, DEPOIS, OBEDECER TODAS AS REGRAS DO AQUARTELAMENTO, SEMPRE COM LEALDADE, RESPEITO E SERIEDADE.
Direito, Estratégia e Estado: O Tiro de Guerra tem se mostrado uma grande escola de líderes, sendo que muitas pessoas de destaque em nossa região passaram por essa unidade militar. De acordo com a sua visão, o que faz o Tiro de Guerra ser esta escola de líderes?
CINTRA: O TIRO-DE-GUERRA É UMA ESCOLA DE LÍDERES EM RAZÃO DE SEUS ENSINAMENTO DE CIDADANIA E CIVISMO, DE SEUS PRINCÍPIOS DE LEALDADE, CAMARADAGEM, UNIÃO, ESPÍRITO DE CORPO E SOLIDARIEDADE.
Direito, Estratégia e Estado: Você sabe, ou pelo menos imagina, quais foram os motivos que fizeram seu colega o escolherem para receber esta homenagem na Câmara de Vereadores de Franca?
CINTRA: EU SEMPRE PROCUREI FAZER AMIZADE COM TODOS, TENTEI SEMPRE POR EM PRÁTICA OS PRINCÍPIOS ENSINADOS PELOS SARGENTOS, DEDICANDO-ME SEMPRE O MÁXIMO POSSÍVEL, VISANDO EM PRIMEIRO LUGAR O TIRO-DE-GUERRA. IMAGINO QUE FOI ISSO, APESAR DE QUE SEI QUE TEM MUITOS OUTROS ATIRADORES CAPAZES DE ESTAREM NO MEU LUGAR DEVIDO AO SEU ÓTIMO TRABALHO REALIZADO DURANTE O ANO E COM PROVA DISSO É O FATO DA ELEIÇAO TER SIDO DECIDIDA NA SEGUNDA VOTAÇAO.
Direito, Estratégia e Estado: Você já escolheu qual profissão vai seguir?
CINTRA: AINDA NÃO, PORÉM, ESTOU ESTUDANDO DIREITO E GOSTANDO DA CARREIRA DE ADVOGADO.
Direito, Estratégia e Estado: Caso deseje, pode fazer as considerações finais....
CINTRA: AGRADEÇO AO SEU EMAIL, DR. MARCO ANTONIO MOYSÉS FILHO, E ESTOU A DISPOSIÇAO.
domingo, 7 de novembro de 2010
O Brasil e o IDH...
Nesta semana foi divulgada a nova pesquisa sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), realizado pela ONU.
Muitas notícias foram veiculadas, em especial pela posição do Brasil, em 73º lugar (com nota 0,699), atrás de muitos países da América Latina. Nos causa estranheza var Trinidad e Tobago na 59ª posição, e nota 0,736. De pronto, o governo federal foi rápido em questionar as novas formas de avaliação utilizada. Realmente tais formas de avaliação foram modificadas, mas nem por isso devemos atacar os novos critérios. Não é porque não gostamos da temperatura que podemos desqualificar os termômetros...
O sistema de avaliação ainda se detém em três principais fatores, que são conhecimento (e educação), saúde e qualidade de vida (e renda per capita). Haveria alguma modificação na interpretação destes fatores que pudesse ser tão radical a ponto de analisar a realidade de um país e inverter a ordem classificativa de IDH anterior?
Creio que não. Um país com bom índices de educação será bem avaliado independentemente de forma de avaliação ou interpretação desses índices.
A nossa necessidade de melhorar é real, e como é natural entre os países emergentes, estamos muito preocupados com índices. Índices. Números. A princípio, é isto que nos interessa. E por isso nossos governantes correm para explicar a mudança na análise.
Estamos tão preocupados com números que para termos a melhor posição no ranking precisamos saber o critério de avaliação! Não pense que estou sendo redundante... só quero que minha conclusão não pareça desconexa com o resto do meu ponto de vista...
Índices! Números! Isso nos importa! Alguém contestou os dados da ONU dizendo que as crianças estão mais contentes com a educação nas nossas escolas? Que os pais percebem que as crianças estão diferentes, se importando com seus iguais? Ou porque aumentou o número de estudantes em universidades públicas oriundos de escolas públicas? A nossa capacidade de compra aumentou? Não.
Em verdade, quem precisa repensar a forma de avaliação do nosso desenvolvimento somos nós mesmos.
Abraços a todos!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
VANT's - Veículos Aéreos Não Tripulados
Queridos amigos,
gostaria de compartilhar com vocês mais uma das minhas opiniões, desta vez, sobre a utilização dos VANT's (veículos aéreos não tripulados).
A utilização básica dos VANT's é de missões de reconhecimento e busca, entre elas:
- Busca de destroços e sobreviventes em desastres como quedas de aviões, naufráfios, enchentes entre outros;
- Reconhecimento / "espionagem": vôos de reconhecimento de estruturas e agentes inimigos de forma remota, sem colocar em risco a vida de seus agentes;
Desta forma, a utilizaçào destes VANT's na segurança de fronteiras me parece destoar da finalidade original. Vejamos:
- Os VANT's tem velocidades bem diferentes de carros, motos ou pessoas, ainda mais em áreas de fronteira não urbanizada, o que torna muito mais difícil o controle ou mesmo a "perseguição" de possíveis suspeitos. Assim os VANT's não servem para a perseguição de suspeitos de crimes e sim para mostrar que há o crime (o que já é sabido);
- Não podem pousar em qualquer lugar: é uma tecnologia delicada;
- Não há estrutura física para manter os VANT's próximos aos locais necessários;
- Os VANT's trabalham apenas como apoio aéreo, perde sua função quando o apoio operacional por terra está distante. Como poderia o agente de segurança em terra viajar para proceder a tal averiguação, sendo a entrada de armas e drogas extrememente rápida e ágil?
Desta forma, ao meu modesto ver, uma solução viavél seria a utilização das forças armadas e polícias (dentro de cada função constitucional) em apoio aéreo tripulado, ou seja, ao invés de se comprar VANT's, utilizar parte das aeronaves de asas rotativas (helicópteros) para tal reconhecimento, e se necessário, atuação com pouso ou descida tática de agentes (rapel).
Pode o Brasil inicialmente utilizar as aeronaves que já dispões e posteriormente, sendo necessário, adquirir novas aeronaves de empresas / consórcios nacionais, como por exemplo a Helibras que está construindo uma nova fábrica no Brasil, gerando empregos e recursos.
Assim aliamos a "descoberta" do crime, atuação preventiva e atuação repressiva.
Vale lembrar que assim é feito em diversos países que já possuem a tecnologia dos VANT's (EUA, Israel e países europeus).
Nossos Abraços!
gostaria de compartilhar com vocês mais uma das minhas opiniões, desta vez, sobre a utilização dos VANT's (veículos aéreos não tripulados).
A utilização básica dos VANT's é de missões de reconhecimento e busca, entre elas:
- Busca de destroços e sobreviventes em desastres como quedas de aviões, naufráfios, enchentes entre outros;
- Reconhecimento / "espionagem": vôos de reconhecimento de estruturas e agentes inimigos de forma remota, sem colocar em risco a vida de seus agentes;
Desta forma, a utilizaçào destes VANT's na segurança de fronteiras me parece destoar da finalidade original. Vejamos:
- Os VANT's tem velocidades bem diferentes de carros, motos ou pessoas, ainda mais em áreas de fronteira não urbanizada, o que torna muito mais difícil o controle ou mesmo a "perseguição" de possíveis suspeitos. Assim os VANT's não servem para a perseguição de suspeitos de crimes e sim para mostrar que há o crime (o que já é sabido);
- Não podem pousar em qualquer lugar: é uma tecnologia delicada;
- Não há estrutura física para manter os VANT's próximos aos locais necessários;
- Os VANT's trabalham apenas como apoio aéreo, perde sua função quando o apoio operacional por terra está distante. Como poderia o agente de segurança em terra viajar para proceder a tal averiguação, sendo a entrada de armas e drogas extrememente rápida e ágil?
Desta forma, ao meu modesto ver, uma solução viavél seria a utilização das forças armadas e polícias (dentro de cada função constitucional) em apoio aéreo tripulado, ou seja, ao invés de se comprar VANT's, utilizar parte das aeronaves de asas rotativas (helicópteros) para tal reconhecimento, e se necessário, atuação com pouso ou descida tática de agentes (rapel).
Pode o Brasil inicialmente utilizar as aeronaves que já dispões e posteriormente, sendo necessário, adquirir novas aeronaves de empresas / consórcios nacionais, como por exemplo a Helibras que está construindo uma nova fábrica no Brasil, gerando empregos e recursos.
Assim aliamos a "descoberta" do crime, atuação preventiva e atuação repressiva.
Vale lembrar que assim é feito em diversos países que já possuem a tecnologia dos VANT's (EUA, Israel e países europeus).
Nossos Abraços!
Primeira Postagem
Bom dia senhoras e senhores!
Esta é a nossa primeira postagem, resultado da eleição presidencial de Dilma Vana Roussef para liderar o Poder Executivo Nacional pelos próximos 4 anos. Não estou aqui para debater a eleição, mas sim a "jovem democracia" de nosso país.
Analisando rapidamente as informações acerca desta eleição, alguns pontos chamam a atenção:
- Abstenção recorde de 21% em todo o Brasil;
- Em Minas Gerais, estado em que o governador eleito é do PSDB e foi eleito ainda em primeiro turno, junto com a eleição de 2 senadores opositores ao PT, a eleição presidencial foi em favor da candidata do PT.
Poderia o estado de Minas Gerais ter, supostamente, uma visão política em nível estadual e Legislativo Federal, e outra em relação ao Executivo Federal?
-Seria essa a liberdade de escolha da democracia ou ainda o Brasil conta apenas com uma democracia jovem sem identidade?
-A política brasileira consegue passar ao seu eleitor quais são realmente os princípios que norteiam o seu partido político, e pelos quais, vias de regra, o candidato seguiria em seu mandato?
-O eleitor consegue visualizar, assim, sua decisão baseado em partidos políticos, tamanho de bancada e outras questões políticas ou somente se liga à pessoa do candidato?
-Qual o papel do Estado no amadurecimento da democracia? Adianta a criação de urnas eletrônicas de primeiro mundo sem que o Estado assuma um papel de conscientização política do povo (conscientização que vai além da importância do voto)?
Meus sinceros abraços!!!
Esta é a nossa primeira postagem, resultado da eleição presidencial de Dilma Vana Roussef para liderar o Poder Executivo Nacional pelos próximos 4 anos. Não estou aqui para debater a eleição, mas sim a "jovem democracia" de nosso país.
Analisando rapidamente as informações acerca desta eleição, alguns pontos chamam a atenção:
- Abstenção recorde de 21% em todo o Brasil;
- Em Minas Gerais, estado em que o governador eleito é do PSDB e foi eleito ainda em primeiro turno, junto com a eleição de 2 senadores opositores ao PT, a eleição presidencial foi em favor da candidata do PT.
Poderia o estado de Minas Gerais ter, supostamente, uma visão política em nível estadual e Legislativo Federal, e outra em relação ao Executivo Federal?
-Seria essa a liberdade de escolha da democracia ou ainda o Brasil conta apenas com uma democracia jovem sem identidade?
-A política brasileira consegue passar ao seu eleitor quais são realmente os princípios que norteiam o seu partido político, e pelos quais, vias de regra, o candidato seguiria em seu mandato?
-O eleitor consegue visualizar, assim, sua decisão baseado em partidos políticos, tamanho de bancada e outras questões políticas ou somente se liga à pessoa do candidato?
-Qual o papel do Estado no amadurecimento da democracia? Adianta a criação de urnas eletrônicas de primeiro mundo sem que o Estado assuma um papel de conscientização política do povo (conscientização que vai além da importância do voto)?
Meus sinceros abraços!!!
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